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URGENTE! Brasil descobre novo pré-sal, na Bacia do Pará-Maranhão com 30 bilhões de barris

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Há possibilidade de recuperar de 20 a 30 bilhões de barris de petróleo no Maranhão, ressaltando que no Pré-Sal, por exemplo, são 40 bilhões de barris

Brasil descobre um novo pré-sal! Estudo científico que destaca o amplo potencial petrolífero na franja oceânica norte do território nacional, compreendendo Maranhão, Pará e Amapá, foi entregue ao presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez. Outra boa notícia!

Nas águas profundas e ultraprofundas da Bacia do Pará-Maranhão, existem aproximadamente 30 bilhões de barris de petróleo em recursos prospectivos recuperáveis riscados. É o que diz o documento “Um novo ‘Pré-Sal’ no Arco Norte do Território Brasileiro”, de autoria de Allan Kardec Duailibe Barros Filho, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Ronaldo Gomes Carmona, professor de Geopolítica da Escola Superior de Guerra (ESG), e Pedro Victor Zalán, presidente da ZAG Consultoria em Exploração de Petróleo.
“Se confirmadas as expectativas, as quais buscamos descrever na presente Nota Técnica, especialmente os Estados do Maranhão, Pará e Amapá, poderão beneficiar-se de vultosas receitas diretas (tributos e royalties) e indiretas (desenvolvimento industrial e do setor de serviços, com expressiva geração de empregos) que poderiam ser geradas pela exploração e produção petrolífera. Abrem-se amplas perspectivas do desenvolvimento regional, a começar pelo fato de que a produção petrolífera e gasífera potencial poderia gerar abundância energética visando a industrialização dessa região do território nacional”, diz o estudo.
“A primeira etapa é entrar em licitação, porque o solo é do Brasil, então algum órgão governamental tem que colocá-lo em licitação para as empresas adquirirem. Quem faz isso é a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Há várias rodadas de licitação. Por exemplo, este ano, há a 17ª rodada, que nós não entramos. Nós queremos entrar na 18ª rodada”, explicou o especialista maranhense Allan Kardec Barros Filho, que já foi diretor da ANP.

Novo pré-sal e a regulamentação ambiental

De acordo com Edilson Baldez, a possibilidade de recuperar de 20 a 30 bilhões de barris de petróleo no Maranhão, ressaltando que no Pré-Sal, por exemplo, são 40 bilhões de barris, seria uma oportunidade sem tamanho de desenvolvimento regional e para o Brasil. “Acreditamos que a exploração desses prospectos encontrados nas águas profundas da Bacia do Pará-Maranhão seja uma oportunidade de desenvolvimento regional, com larga geração de empregos”.
O estado do Maranhão foi indicado para entrar na 17ª rodada de licitações de áreas na Bacia Pará-Maranhão, porém os oito blocos sugeridos para exploração de petróleo foram excluídos da licitação, após manifestação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que indica a provável inviabilidade ambiental de empreendimento que “imponham riscos de olear a costa do Pará e do Maranhão e o Parcel de Manuel Luís”.
O estudo, porém, contesta a informação, pois “o Parcel estaria em águas rasas, assim como os corais, que são serem vivos que vivem em águas rasas. As águas sobre as quais estamos falando são profundas, de 4 mil, 5 mil metros. A 300 metros de profundidade está completamente escuro, a luz não chega, e corais, por exemplo, não sobrevivem. Além disso, nós temos tecnologias no país. Na exploração de petróleo no Brasil não há um caso sequer de derramamento de petróleo”, afirma Alan Kardec.
O estudo sugere e recomenda às autoridades energéticas brasileiras que coloquem os blocos exploratórios da bacia sedimentar Pará-Maranhão nos próximos leilões da Agência Nacional de Petróleo. “A exploração e produção desta riqueza traria grandes benefícios para o desenvolvimento nacional e em especial para o Estado do Arco Norte do território nacional”.

Com Informações do blogger Click Petróleo e Gás.

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Vereador Enock da Boa Vista se reune na SEMMA com secretário de meio ambiente, e coordenadora da pesca para tratarem de assuntos relacionados a piracema e pesca predatória ilegal no município de Cajari-MA

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Na manhã desta segunda-feira (25) o vereador Enock da Boa Vista (PCdoB) esteve reunido na SEMMA com o secretário de meio ambiente André Elouf, e a Coordenadora da Pesca Mariana, para tratarem de assuntos relacionados à piracema e pesca predatória ilegal no município de Cajari.
O vereador fala que se preocupa com a questão que envolve a piracema e pesca predatória nesta época do ano.
Quando chega nesse período sabemos que o cuidado é redobrado para que os peixes possam desovar e se reproduzirem ao longo da piracema, e sabemos que existem pessoas que aproveitam nessa época do ano pra poderem realizarem as pescas que são proibidas, e o que queremos é conscientizar os pescadores a não pescarem e fazerem as vendas do pescado nesse período. Disse o Vereador.
A piracema ocorre no período chuvoso, onde os peixes sobem o rio para reprodução e desova.
A pesca predatória é crime ambiental que da cadeia e multa de até 100 mil reais.
A Pesca Predatória retira do ambiente aquático mais do que ele consegue repor, diminuindo a produtividade pesqueira e comprometendo o equilíbrio ecológico. Além disso, esse tipo de crime resulta em consequências desastrosas para a economia.

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Cinco morrem em incêndio em prédio do Instituto Serum, fabricante de vacinas contra Covid-19 na Índia; produção não é afetada

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Um incêndio atingiu um edifício do Instituto Serum, a empresa da Índia que produz vacinas com tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, nesta quinta-feira (21), na cidade de Pune.

O estoque de vacinas e a indústria onde elas são feitas estão seguras, segundo o jornal “Times of India”. Atualmente, o Instituto Serum produz cerca de 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades do complexo.

A empresa também vai começar a produzir as vacinas desenvolvidas pela empresa norte-americana Novavax.

Segundo o diretor-executivo da empresa, Adar Poonawalla, a unidade que pegou fogo produz vacinas para o rotavírus. Ele estima que a perda nessa linha de produção será de até 40% do volume de doses.

Em uma rede social, Poonawalla, o diretor-executivo, agradeceu a todos pela preocupação e pelas orações.

“Até agora, o mais importante é que não houve vidas perdidas e nem grandes lesões por causa do fogo, apesar de alguns andares terem sido destruídos”, afirmou.

Os bombeiros afirmaram que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater o fogo no prédio e que o fogo foi controlado.

Ainda não se sabe o que causou o incêndio.

O Instituto Serum é o maior fabricante de vacinas do planeta. Lá são produzidas 1,5 bilhão de doses de para várias doenças, de poliomielite a caxumba. A estimativa é que seis em cada dez crianças no mundo recebam pelo menos uma vacina fabricada pela empresa indiana. (Via Portal G1)

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Recusar em tomar vacina não pode gerar demissão, dizem advogados

Uma questão urgente e polêmica tem preocupado tanto gerentes de RH como advogados trabalhistas. Trata-se de saber se a empresa poderá dispensar — por justa causa ou não — o empregado que se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19, quando ela estiver disponível. Ou, ainda, se o empregador poderá deixar de contratar o candidato que não provar ter sido vacinado contra o coronavírus. 

Trabalhador que que se recusar a ser vacinado não pode ser dispensado por esse motivo, avaliam especialistas
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O assunto envolve aspectos filosóficos, religiosos, convicções pessoais e até mesmo políticas, gerando inclusive movimentos antivacina. A advogada trabalhista Gláucia Massoni, sócia do Fragata e Antunes Advogados, já recebeu consulta de alguns clientes preocupados com essa situação. Ela comenta que se trata de uma questão de interesse coletivo, saúde pública e, consequentemente, de saúde e segurança do trabalho, “já que compete ao empregador zelar pela saúde e segurança dos trabalhadores — direito assegurado pela Constituição Federal —, reduzindo os riscos inerentes ao trabalho por meio de normas de saúde, higiene e segurança”.

Segundo a especialista, o tema é polêmico e demanda cautela. Alguns advogados dizem que, por se tratar de direito coletivo, saúde pública e segurança dos trabalhadores, seria possível o empregador punir o empregado, até mesmo por justa causa. Outros, com base no posicionamento do STF no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6.586 e 6.587 e do Agravo em Recurso Extraordinário (ARE) 1.267.879, que considerou constitucional a obrigatoriedade da vacina, estabelecendo algumas condições, entendem que, nos locais em que forem implementadas as medidas tornando  obrigatória a vacinação, poderia o empregador lá estabelecido exigir que o trabalhador se vacine e, em caso de recusa, puni-lo, inclusive com demissão por justa causa.

“O tema deve ser analisado com muita cautela. Inexiste em nosso ordenamento jurídico fundamento legal que justifique a justa causa nesses casos. Da mesma forma, a dispensa sem justa causa por ausência de vacinação poderá vir a ser considerada discriminatória, obrigando o empregador a readmitir o trabalhador. A dispensa discriminatória é proibida por violar os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana, assim como o da legalidade. Além disso, a Lei 9.029/95 proíbe práticas discriminatórias para efeitos admissionais ou de permanência da relação jurídica de trabalho”, explica Gláucia. 

Para a advogada, a dispensa de empregado por recusar a vacinação, “por mais que se possa querer o contrário, é temerária, diante da ausência de previsão legal que a assegure”. “O empregado assim dispensado terá direito à reparação pelo dano moral, podendo ainda optar entre a reintegração com ressarcimento integral de todo o período de afastamento, mediante pagamento das remunerações devidas, corrigidas monetariamente e acrescidas de juros legais e a percepção, em dobro, da remuneração do período de afastamento, corrigida monetariamente e acrescida dos juros legais”, enfatiza. “Por isso, os empregadores devem procurar orientação adequada, para evitar problemas futuros na esfera trabalhista”, conclui.

Karen Viero, sócia responsável pela área trabalhista do Porto, Miranda e Rocha Advogados, concorda com Gláucia. “Embora a Lei nº 13.979/20 preveja (no artigo 3º, inciso III, alínea “d”) que as autoridades poderão determinar a vacinação compulsória desde que cumpridos alguns requisitos, e apesar das recentes decisões do STF afirmando que é constitucional os estados e municípios decidirem sobre a obrigatoriedade da imunização da população, desde que não adotem medidas coercitivas, a verdade é que não existe nenhuma legislação obrigando a vacinação da Covid-19 até o momento.

“O empregador está desamparado neste momento, pois, se os empregados se recusarem a tomar vacina e o empregador desligá-lo sem justa causa, poderá configurar dispensa discriminatória. Se pensar em desligamento por justa causa, a recusa do empregado em tomar a vacina não se enquadra nas hipóteses do artigo 482 da CLT. Portanto, a meu ver, a empresa não pode em nenhuma hipótese desligar o empregado por este motivo”, afirma. 

Mas advogada ressalta que, se a legislação municipal ou estadual do local onde a empresa tem sede exigir a vacinação obrigatória para o exercício da atividade daquele colaborador, “o empregador poderá restringir o acesso deste empregado à sede da empresa e mantê-lo em home office, por exemplo”.  

Quanto às novas contratações, a Karen Viero diz que ainda é cedo para analisar a possibilidade de exigir o comprovante de vacinação do candidato. Para ela, o mais prudente é aguardar a disponibilização da vacina para toda a população e a legislação local sobre a obrigatoriedade para, se for ocaso, incluir esta exigência na contratação. 

A advogada conta que foi consultada por alguns clientes e aguarda o início da vacinação para analisar a legislação local quanto à obrigatoriedade da vacina para, então, se posicionar com maior assertividade frente às consultas.

Wilson Sales Belchior, sócio de Rocha, Marinho E Sales Advogados e conselheiro federal da OAB, observa que o STF, ao julgar recentemente as ADIs 6.586, e 6.587, e o ARE 1.267.879, decidiu que a vacinação compulsória pode ser implementada por quaisquer dos entes federativos, respeitadas as respectivas competências, através de medidas indiretas, incluindo a restrição à frequência de determinados lugares, desde que previstas em lei ou dela decorrentes. 

Belchior lembra que, no âmbito das relações de trabalho, prevê-se a “obrigatoriedade da vacinação dos trabalhadores das áreas portuárias, aeroportuárias, de terminais e passagens de fronteira (Portaria nº 1986/2001), bem como dos trabalhadores da saúde relativamente ao tétano, difteria, hepatite B e imunizações contempladas no PCMSO (NR-32 – 32.2.4.17.1)”.

“Além disso, é dever de instituições públicas e privadas exigirem, na contratação trabalhista, a apresentação do comprovante de vacinação, de acordo com o definido pelo Ministério da Saúde (artigo 5º, parágrafo 5º, da Portaria 597/2004 e artigo 27 do Decreto 78.231/1976). Assim, limitações ao início ou à manutenção do contrato de trabalho em virtude da vacinação contra a Covid-19 precisam, em regra, estar previstas em norma específica determinando, por exemplo, que certo exercício profissional só poderá ocorrer mediante tal imunização, ou que é indispensável apresentar, no ato de contratação, comprovante acerca dessa vacinação”, afirma. 

Ainda de acordo com o especialista, na hipótese de estado ou município onde se localizam as operações de uma empresa estipular a obrigatoriedade da vacina para toda a população, “o trabalho presencial ficaria restrito apenas aos empregados que optaram por se imunizar”.

Também a advogada Cristina Buchignani, sócia da área trabalhista do Costa Tavares Paes Advogados, diz que a recusa do empregado em se vacinar contra a Covid-19 não é motivo que justifique a rescisão contratual por justa causa, “pelo menos até o presente momento, eis que não há suporte legal para tanto”. “Não obstante, o empregador tem responsabilidade pela manutenção do meio ambiente laboral saudável e livre de riscos, o que impõe seja o mesmo monitorado ostensivamente, com assistência do profissional responsável pelo programa de saúde ocupacional”, diz. 

Porém, o empregado que “comprovadamente agir em desconformidade com as orientações das autoridades públicas em saúde, colocando em risco a integridade física dos colegas de trabalho, poderá ter o contrato de trabalho rescindido sem justa causa e por iniciativa do empregador. Nesta hipótese, o ônus com as verbas rescisórias compensará o risco dos custos decorrentes da caracterização de evento acidentário”, conclui Cristina.
Com informações da Revista Consultor Jurídico

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Enfermeira de SP é a 1ª vacinada do país; Doria e Pazuello trocam farpas

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Monica Calazans, primeira pessoa a ser vacinada com a CoronaVac fora dos testes clínicos
Legenda da foto,Enfermeira Monica Calazans foi primeira pessoa a ser vacinada com a CoronaVac fora dos testes clínicos

Uma enfermeira do instituto de infectologia Emílio Ribas foi a primeira pessoa a ser vacinada no país contra o coronavírus após a aprovação do uso emergencial feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A aplicação ocorreu por volta das 15h30 deste domingo (17) no Hospital das Clínicas de São Paulo, pouco depois de a Anvisa autorizar o uso por unanimidade das doses importadas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.

Segundo o governo paulista, a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, é diabética e hipertensa e se voluntariou para atuar na linha de frente contra a covid-19. O imunizante foi aplicado por Jéssica Pires de Camargo, 30 anos, enfermeira de Controle de Doenças e Mestre de Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo.

Em seguida, a primeira vacinada recebeu o selo simbólico com os dizeres “Estou vacinado pelo Butantan” e uma pulseira com a frase “Eu me vacinei” e participou de uma entrevista coletiva ao lado do governador paulista, João Doria.

Em fala a jornalistas após a cerimônia de vacinação, Doria criticou negacionistas, fake news, agressões e “aqueles que flertam com a morte”, em referência velada ao presidente Jair Bolsonaro.

Segundo ele, hoje é o dia V de vacina, da vida e de vitória da democracia e da ciência. Essa foi uma outra referência velada ao governo federal, já que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a vacinação no país começaria no dia D na hora H, sem definir cronograma claro.

Em entrevista concedida ao mesmo tempo em Brasília, Pazuello afirmou que o governo federal não faria uma jogada de marketing para antecipar a vacinação, em referência ao governo paulista.

Pazuello afirmou que cabia ao governo federal coordenar a aplicação pelo país. “Quebrar essa pactuação é desprezar a igualdade entre os Estado e entre todos os brasileiros. Construída ao longo de nossa história”.

Monica Calazans, primeira pessoa a ser vacinada com a CoronaVac fora dos testes clínicos, ao lado do governador paulista João Doria

Ele criticou ações “político-eleitoreiras” para se antecipar na vacinação e disse que o programa federal “não deixaria nenhum brasileiro para trás”, “sem dividir o nosso país”.

E falou que a Justiça vai tratar da ação antecipada do governo paulista porque, segundo ele, a aplicação de uma dose da vacina em São Paulo “está em desacordo com a lei”.

Pazuello afirmou que todas as doses que estavam com o Instituto Butantan deveriam ter sido entregues ao governo federal.

Segundo o ministro da Saúde, a distribuição de 6 milhões de doses da Coronavac será feita a partir das 7h desta segunda-feira (17/1) para todos os Estados. Não está claro ainda quando as imunizações serão iniciadas.

O ministro foi questionado sobre 2 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford adquiridas na Índia, já que o cronograma de chegada desses imunizantes está atrasado. “Estamos nas negociações diplomáticas (do momento exato da saída) para que seja realizada a entrega (das vacinas).”

Ele se disse confiante de que as vacinas serão recebidas pelo Brasil ainda nesta semana.

COM INFORMAÇÕES DA BBC NEWS

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Roberto Rocha desmascara e repudia Flávio Dino em rede social, em querer aparecer na carona do presidente Bolsonaro quanto aos pacientes vindo de Manaus.

O senador Roberto Rocha desmascara Flávio Dino em uma de suas redes sociais, o mesmo repudia o Governador do Estado do Maranhão por uma tentativa torpe de querer aparacer na carona do presidente Bolsonaro. Vejam o relato abaixo do Senador Roberto Rocha.
O Hospital Universitário da UFMA, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, mobilizou mais de 100 profissionais de saúde entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e demais áreas de apoio para atender os pacientes transferidos de Manaus.
O Hospital Dutra, da Universidade Federal do Maranhão, disponibilizou 40 leitos exclusivamente para atendimento do Covid, e já recebeu 23 pacientes de Manaus. Na segunda receberá os outros.
Além do hospital Universitário do Maranhão, o governo federal acionou também os hospitais federais do Rio Grande do Norte, Brasília, Paraiba, Piauí, Goias, Ceará, Pernambuco e Alagoas.
A iniciativa e todos os custos são do governo federal, por determinação direta do presidente Bolsonaro, que também mobilizou as forças armadas e todo o ministério da saúde na operação.
Por um dever de justiça, registro o meu agradecimento ao presidente da República Jair Bolsonaro por mais essa ação concreta para salvar vidas humanas.
E não posso deixar de repudiar a tentativa torpe do governador do Maranhão, Flávio Dino, de querer aparecer na carona do presidente Bolsonaro. E, na mesma bravata, ainda tenta desqualificar o presidente.
Pelo menos neste momento de calamidade, o governador Flávio Dino deveria deixar de lado a pregação da falsidade pela realidade da ação.
Em verdade, o governo do Maranhão não fez absolutamente nada nesta ação.
O Maranhão e o Brasil querem eliminar o Coronavírus, e não vamos permitir qualquer tentativa de ‘Caronavírus’.
Disse o Senador.

Flávio Dino mais uma vez tenta pegar carona mas é desmascarado, está ficando feio as coisas pro lado do comunista.

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Após reação negativa, WhatsApp adia para maio ‘ultimato’ para usuário compartilhar dados com Facebook

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Símbolo do WhatsApp com números ao fundo
Legenda da foto,WhatsApp adia para Maio “ultimato” para usuário compartilhar dados com Facebook

Após reações negativas ao anúncio de que o WhatsApp exigirá de seus usuários que aceitem novos compartilhamentos de dados com o Facebook, o aplicativo de conversas anunciou nesta sexta-feira (15/01) que está adiando essa mudança para 15 de maio.

Inicialmente, a exigência passaria a valer já no dia 8 de fevereiro. No entanto, a empresa avaliou que seus usuários precisam de mais tempo para compreender melhor o que exatamente muda na nova política de privacidade.

Após o primeiro anúncio, feito a partir de 8 de janeiro por meio de notificações aos usuários, milhões de pessoas no mundo buscaram alternativas de aplicativos de conversas, disparando os downloads de concorrentes como Signal e Telegram.

“Ouvimos de muitas pessoas quanta confusão existe em torno de nossa recente atualização. Tem havido muita desinformação causando preocupação e queremos ajudar todos a entender nossos princípios e fatos”, afirma o comunicado da empresa.

A reação negativa fez o WhatsApp avaliar que o aviso brusco por meio de notificações— que basicamente diziam aos usuários para aceitar a atualização da política de privacidade ou deletar sua conta — não foi bem sucedida, sendo necessário melhorar essa comunicação direta.

“Agora estamos recuando da data em que as pessoas serão solicitadas a revisar e aceitar os termos. Ninguém terá sua conta suspensa ou excluída em 8 de fevereiro. Também faremos muito mais para esclarecer a desinformação sobre como a privacidade e a segurança funcionam no WhatsApp. Iremos às pessoas gradualmente para que revisem a política em seu próprio ritmo antes que novas opções de negócios estejam disponíveis em 15 de maio”, diz ainda o comunicado.

A empresa também voltou a ressaltar que o teor das mensagens e ligações trocadas dentro do aplicativo continuam sendo criptografadas, “para que nem o WhatsApp nem o Facebook possam ver essas mensagens privadas”.

“A atualização inclui novas opções que as pessoas terão para enviar mensagens para uma empresa no WhatsApp e fornece mais transparência sobre como coletamos e usamos os dados. Embora nem todo mundo compre com empresas no WhatsApp hoje, achamos que mais pessoas escolherão fazer isso no futuro e é importante que as pessoas conheçam esses serviços. Esta atualização não expande nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook”, argumenta ainda o comunicado.

Mas se nada muda, por que a política de privacidade foi atualizada? A BBC News Brasil conversou com especialistas em segurança de dados para explicar essas e outras dúvidas sobre a nova política de privacidade. Por trás das alterações está o lançamento de um novo serviço pelo Facebook para gerenciar conversas de empresas com consumidores pelo WhatsApp, mensagens que têm sua transmissão criptografada, mas cuja privacidade não tem proteção absoluta como em uma conversa privada com amigos.

Entenda melhor a seguir e saiba também quais podem ser as vantagens e desvantagens em migrar para outro aplicativo de conversa.

Qual o impacto de fato da nova política de privacidade?

O WhatsApp passou a notificar seus usuários sobre a atualização dos seus termos de serviço e de sua política de privacidade e que só poderá continuar usando o aplicativo quem consentir com as mudanças. A notificação indica como o usuário pode deletar sua conta, caso discorde da atualização.

Essa mensagem diz, ainda, que as mudanças envolvem atualizações importantes sobre “como tratamos seus dados”, “como as empresas podem usar os serviços de hospedagem do Facebook para armazenar e gerenciar suas conversas no WhatSapp” e “como a nossa (do WhatsApp) parceria com o Facebook possibilita a oferta de integrações entre os Produtos das Empresas do Facebook”.

Segundo a especialista em segurança de dados Mariana Rielli, líder de projeto do Data Privacy Brasil, a mudança de fato não significa uma grande atualização na política de privacidade do WhatsApp. Ela explica que, na verdade, boa parte dos usuários do WhatSapp já compartilham seus dados com as outras empresas do Facebook, mas possivelmente não estão conscientes disso.

Em sua plataforma, o WhatsApp detalha a gama de informações que podem ser disponibilizadas a outras empresas do grupo, como número de telefone e outros dados que constem no registro (como o nome); informações sobre o telefone, incluindo a marca, modelo e a empresa de telefonia móvel; o número de IP, que indica a localização da conexão à internet; qualquer pagamento ou transação financeira realizada através do WhatsApp.

Após ser comprado em 2014 pelo Facebook, lembra Mariana Rielli, o WhatsApp fez em agosto de 2016 uma atualização global de sua política de privacidade que permitia ao usuário escolher se aceitava ou não compartilhar seus dados com a rede social fundada por Mark Zuckerberg e outras empresas do grupo, como o Instagram.

Naquela ocasião, porém, foi dado um período de apenas 30 dias para o usuário tomar essa decisão e fazer a mudança nas suas configurações de conta. Quem não fez a alteração naquela “janela de oportunidade” ou entrou depois de 2016 no WhatsApp não teve mais a opção de decidir entre compartilhar ou não seus dados.

O que aconteceu agora é que o Facebook quer intensificar sua integração com o WhatsApp para que empresas que vendem serviços e produtos em suas redes sociais possam cada vez mais usar suas contas comerciais no aplicativo de conversa para interagir e fazer negócios com os usuários, inclusive viabilizando pagamentos e compras diretamente nesse canal. Além disso, a rede social vai passar a vender um serviço para empresas com grande volume de mensagens gerenciarem as conversas realizadas com os consumidores pelo WhatsApp.

Mão segura celular com a logo do Facebook
Legenda da foto,Após ser comprado em 2014 pelo Facebook, o WhatsApp fez em agosto de 2016 uma atualização global de sua política de privacidade que permitia ao usuário escolher se aceitava ou não compartilhar seus dados com o Facebook

Com isso, foi pedido um novo consentimento dos usuários para permitir que seus dados sejam compartilhados também nesses novos modos de uso do WhatsApp, por meio de contas comerciais (WhatsApp Business).

“Essa atualização da política de privacidade não chega a ser uma mudança de fato (nas regras de compartilhamento de dados). O que muda, na verdade, agora é que as pessoas perceberam que elas não tinham o direito de se opor ao compartilhamento dos seus dados enquanto elas estavam usando os serviços de WhatSapp”, afirma Rielli.

“Houve apenas essa janela de 30 dias em 2016 e depois não houve mais nenhuma oportunidade para os usuários novos, ou mesmo os antigos, se manifestarem e se oporem ao compartilhamento de dados do WhatSapp com as empresas do Facebook. A única grande diferença com a atualização é que eles explicitaram a questão do WhatsApp Business porque eles querem integrar as contas comerciais (do WhatSapp) com as funcionalidades do Facebook”, reforça.

Questionada pela BBC News Brasil, a assessoria do WhatsApp confirmou a explicação de Rielli e disse que a mudança atual atinge conversas de empresas que usam o Facebook para armazenar e gerenciar esse diálogo com clientes no WhatSapp. A assessoria disse ainda à reportagem que, mesmo com essa mudança, continua respeitando a escolha dos usuários que decidiram não compartilhar seus dados em 2016.

O comunicado à imprensa do aplicativo de mensagens disse ainda o seguinte: “Para aumentar a transparência, o WhatsApp atualizou suas Políticas de Privacidade para que descrevam que, daqui para a frente, as empresas podem optar pelos serviços seguros de hospedagem do Facebook para ajudar no gerenciamento das comunicações com seus clientes no WhatsApp. Embora, é claro, continue sendo uma decisão do usuário se ele gostaria ou não de se comunicar com uma empresa no WhatsApp”.

Como saber qual foi sua escolha em 2016?

A assessoria do WhatsApp não soube informar quantas pessoas no Brasil optaram por não ter seus dados compartilhados em 2016 e quanto isso representa do total de usuários.

Se você já estava no WhatSapp naquele momento e não se lembra da sua escolha, pode solicitar essa informação à empresa.

Isso é feito dentro do aplicativo, entrando na página de “ajustes” ou “configurações” (a depender do seu aparelho celular), clicando no item “conta” e, em seguida, em “solicitar dados da conta”.

O relatório com seus dados será disponibilizado em três dias.

O que o Facebook ganha com as novas regras para o WhatsApp?

O Facebook anunciou em outubro que lançará no início deste ano um serviço pago para as empresas gerenciarem sua conversas com clientes pelo WhatsApp. Hoje, as companhias com contas comerciais já podem contratar esse serviço de outras empresas certificadas pelo Facebook.

No anúncio do novo serviço, o Facebook destacou que, embora as mensagens transmitidas nas contas comerciais sejam criptografadas, o WhatsApp não considera que nesses casos há uma criptografia “de ponta a ponta” porque as empresas podem disponibilizar esse conteúdo para terceiros, como serviços de gerenciamento de mensagens.

“Esse também será o caso se o fornecedor terceirizado for o Facebook”, ressaltou.

Mulher segurando smartphone
Legenda da foto,Facebook anunciou em outubro que lançará no início deste ano um serviço pago para as empresas gerenciarem sua conversas com clientes pelo WhatsApp

Já no texto em que explica as mudanças na política de privacidade, o WhatsApp detalha algumas aplicações que isso permitirá: “Oferecemos às empresas a opção de utilizar os serviços seguros de hospedagem do Facebook para gerenciar as conversas com seus clientes no WhatsApp, responder a perguntas e enviar informações úteis, como recibos de compra”.

“Porém, o conteúdo da sua conversa (seja por telefone, e-mail ou WhatsApp) pode ser visto/lido pela empresa, e algumas informações compartilhadas na conversa podem ser utilizadas pela própria empresa para fins de marketing, inclusive para fazer publicidade no Facebook. Para ter certeza de que você está ciente dessas situações, nós informaremos claramente na conversa se uma empresa optou por utilizar os serviços de hospedagem do Facebook”, diz também o texto.

O comunicado destaca também como a funcionalidade “Loja” — que já permite a empresas venderem produtos diretamente pelo Facebook e Instagram — será usada: “Cada vez mais pessoas querem fazer compras online. Com os recursos comerciais do Facebook como as Lojas, algumas empresas poderão exibir seus produtos no WhatsApp para que as pessoas possam ver quais itens estão disponíveis para compra”.

“Se você escolher usar as Lojas, suas atividades de compra poderão ser usadas para personalizar sua experiência nas Lojas e os anúncios que você vê no Facebook e no Instagram. Esses recursos são opcionais e quando você os usa, nós informaremos diretamente no app do WhatsApp como e por que seus dados serão compartilhados com o Facebook”, prossegue o texto.

Outra possibilidade será “descobrir empresas”, diz o comunicado: “Você poderá ver um anúncio no Facebook com um botão para enviar mensagens para uma empresa por meio do WhatsApp. Se você tiver o WhatsApp instalado no seu celular, será possível enviar mensagens diretamente para essa empresa. O Facebook, por sua vez, poderá utilizar os dados de como você interage com esses anúncios para personalizar os anúncios que você verá no futuro”.

Com as mudanças, vale migrar para Signal ou Telegram?

Após o anúncio da nova política do WhatSapp, a procura por seus principais concorrentes disparou. De acordo com dados da empresa de análise Sensor Tower, o Signal foi baixado globalmente 246.000 vezes na semana antes do WhatsApp anunciar a mudança em 4 de janeiro, e 8,8 milhões de vezes na semana seguinte.

O Telegram se mostrou ainda mais popular, com downloads crescendo globalmente de 6,5 milhões na semana que começou em 28 de dezembro para 11 milhões na semana seguinte.

Para o especialista em segurança de dados Marcos Simplicio, professor de Engenharia de Computação na USP, cada aplicativo tem vatangens e desvantagens e a escolha dependerá dos interesses do usuário em usar os serviços das empresas do Facebook e de quão ele está disposto a abrir mão de sua privacidade.

“Para quem já coloca sua vida pessoal inteira no Facebook, é pouco provável que faça alguma diferença significativa (a mudança de política do WhatsApp)”, diz.

“Se você se preocupa com sua privacidade a ponto de não entregar muitos dados para o Facebook, então é interessante a hipótese de trocar de aplicativo. Já se você gosta da personalização que o Facebook te dá (como anúncios focados nos seus interesses), você vai estar ganhando em termos de serviços fornecidos personalizados para você (ao disponibilizar mais dados)”, ressalta.

A opção queridinha dos especialistas em segurança de dados, diz o professor, é o Signal, serviço também grátis disponível para Android e iOS e usado pelo ex-analista da CIA Edward Snowden, que ficou famoso após tornar públicos detalhes sobre programas de vigilância do governo dos Estados Unidos.

O aplicativo foi criado por um grupo independente de desenvolvedores de software chamado Open Whisper Systems, cujo fundador é o hacker Moxie Marlinspike.

O Signal, que é sustentado por meio de doações, não coleta dados pessoais, como lista de contatos do usuário, nome e foto do perfil, informações de grupos, dados de localização, entre outros. Outro grande diferencial, diz Simplicio, é a maior transparência.

“O Signal é tão cifrado quanto os outros (em termos de mensagens criptografadas), mas o código é aberto. Então, dá para auditar melhor que o WhatSapp ou o Telegram”, afirma.

“Isso significa que você tem acesso a todos os detalhes do software: uma pessoa que é da área de programação pode olhar e ver tudo que ele faz e que ele não faz

Homem mexendo em celular sim símbolodo Signal ao fundo
Legenda da foto,Após o anúncio da nova política do WhatsApp, a procura por seus principais concorrentes disparou

Já no WhatsApp, você não tem acesso aos algoritmos que ele está utilizando”, explica ainda.

Por outro lado, a grande desvantagem do Signal é que tem um universo de usuários muito menor, enquanto o WhatSapp tem 2 bilhões de pessoas inscritas. Isso significa que você provavelmente não encontrará no Signal todas os contatos com os quais quer trocar mensagens.

Já o Telegram, que tem alcance intermediário entre seus dois concorrentes, é outra opção disponível sem custo, para Android e iOS, que também traz pontos positivos e negativos, diz Simplicio.

Segundo sua política de privacidade, o aplicativo não usa os dados dos usuários para gerar anúncios e armazena apenas informações necessárias para a operação do serviço de troca de mensagens.

Por outro lado, sua criptografia não é considerada tão segura, devido ao sistema usado pelo Telegram para realizar backup (armazenamento) das mensagens automaticamente para o usuário. Isso permite que, em caso de perda desse conteúdo, o usuário o recupere totalmente, sem perder as trocas mais recentes, como ocorre no WhatSapp.

“Quando eu mando uma mensagem para você no WhatSapp, só você vê. O servidor do WhatSapp não consegue enxergar, porque ele usa um protocolo (de criptografia) muito similar ao do Signal”, nota o professor.

“No Telegram você pode fazer isso, mas tem que ativar essa funcionalidade. As mensagens que você manda por padrão não são protegidas de ponta a ponta. Elas são protegidas entre você e o servidor, que salva para você (o conteúdo), e depois ele entrega para o destinitário”, continua.

“Então, a princípio, o Telegram pode ler suas mensagens e dá para recuperar suas mensagens de uma forma mais fácil, foi o que aconteceu com o caso da Vaza Jato”, explica ainda, lembrando a série de reportagens do site Intercept Brasil que teve acesso a mensagens trocadas no Telegram por autoridades da Operação Lava Jato, após o procurador Deltan Dallagnol ser hackeado.

COM INFORMAÇÕES DO BBC NEWS.

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Prefeita reeleita Cláudia Silva e o Vice Mário Cardoso tomam posse no município de Monção

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A prefeita reeleita do município de MONÇÃO-MA, Cláudia Silva (PL),  tomou posse na noite de quinta-feira do dia (31/12/2020) na Câmara Municipal de Vereadores de Monção. Ela e o vice Mário Cardoso do (PV) foram empossados em uma cerimônia que teve início às 21:00hs (horário local) com Missa na Igreja Matriz. Às 22:30hs (horário local), a sessão extraordinária também deu posse aos 13 vereadores eleitos em 2020 e o então empossado vereador Luís Alfredo foi conduzido à presidência da casa e ficando como vice-presidente o vereador Daérlio Barros.
Cláudia Silva, do (PL), foi reeleita prefeita de Monção dia 15 de Novembro de 2020. Com 100% das urnas apuradas, ela teve 7.627 votos, o que corresponde a 52,28% dos votos válidos. Após a posse, Cláudia Silva Fez seu primeiro agradecimento a Deus, por conceder a todos aquele momento tão especial e que sem ele nada disso séria possivel. Fez os agradecimentos as pessoas que contribuiram para a condução deste segundo mandato de prefeita municipal da nossa querida Monção.
Referiu-se também a todos os candidatos que participaram da sua coligação, tanto os eleitos quanto aqueles que não conseguiram suas eleições, disse que todos foram igualmente importantes para sua vitoria.
Fez os agradecimentos a sua família e a todos os amigos pelo apoio e momentos difíceis, as quais passou durante a eleição, e que sem esse apoio e a presença de Deus na vida dela, ela não conseguiria vencer aqueles momentos de perseguições, e de problemas de saúde pelos quais ela passou do início ao fim do seu pleito eleitoral, fez também os agradecimentos a todos os componentes da coordenação de campanha, que foram competentes e incansáveis em busca da sua vitoria.
Fez o agradecimento ao seu companheiro de chapa Mário Cardoso e sua esposa ex-prefeita Paulinha, Cláudia Silva também mencionou o nome do ex-prefeito Murilo Janssen e sua esposa Sônia Janssen eleita vereadora do município.
Agradeceu de forma especial o seu esposo o então ex-prefeito Henrique Silva, que fez um papel importantíssimo na campanha vitoriosa.
Cláudia agradeceu o apoio e parceria dos vereadores do primeiro mandato, a mesma agradeceu a todos os eleitores de Monção que depositaram seus votos de confiança, para que ela fosse prefeita para esse segundo mandato com 7.627 votos.
Ela disse que Monção está de cara nova e que contribuiu, e irá contribuir mais ainda pela melhoria do Município, porque tem muito mais a fazer pela cidade, a mesma falou que é consciente de que não consegiu fazer tudo, e por isso assumirá o compromisso com todos de que neste segundo mandato, continuará trabalhando muito mais no Município.
Cláudia Silva se emocionou em falar que as pessoas de bem do município ensinaram pra ela que o trabalho tem mais força que o mal e as perseguições.
Cláudia encerrou as suas palavras desejando um feliz 2021 cheio de grandes realizações a todos.

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